terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Mamonas para sempre

Mamonas para sempre é claramente um documentário feito de fãs para fãs. Com a utilização de arquivos pessoais filmados pelos próprios mamonas e depoimentos de familiares e de pessoas que trabalharam com eles, a película retrata o início de UTOPIA, como a banda era originalmente chamada, o surgimento do fenômeno Mamonas Assassinas e a tragédia que tirou a vida deles após pouco tempo de carreira.
Um dos problemas do uso dos arquivos pessoais da banda é que por mais que registrem a intimidade deles, e nos ajude a vê-los como pessoas, acaba tornando um pouco cansativo ao expectador. Sem contar a imagem tremida em algumas ocasiões. Quanto aos depoimentos feitos, o único que traz algo de mais pertinente são os de Rick Bonadio, produtor musical da banda.
O fato é que o filme não traz nada do qual já não sabemos da vida deles, com exceção é claro de algumas poucas curiosidades pessoais de cada um dos integrantes. Mas apesar de ser cinematograficamente um tanto pobre, vale a pena assistir e relembrar músicas como Pelados em Santos, Vira e Robocop Gay, que marcaram época e toda uma geração. Dirigido por Cláudio Kahns.
Curiosidade: Dinho se tornou vocalista dos Mamonas a partir de uma participação improvisada num show.



                                

Não sei como ela consegue

Não sei como ela consegue relata a vida da mulher moderna que tem que dividir as responsabilidades da vida pessoal (marido, filhos, casa) com as responsabilidades da vida profissional. No caso de Kate Reddy (Sarah Jessica Parker), uma executiva que viaja muito a trabalho, casada com Greg Kinnear e com dois filhos, vê sua vida se complicar quando consegue a maior oportunidade de sua carreira e passa a trabalhar com Jack Abelhammer, Pierce Brosnan.
O filme apesar de apresentar em alguns momentos tiradas engraçadas ou detalhes diferentes, não consegue se sobressair, sempre deixa a impressão de “eu já vi isso em algum lugar”. Além disso, Greg Kinnear interpreta um marido compreensível até demais, incapaz de se alterar mesmo em momentos tensos, enquanto que Brosnan interpreta um bonitão charmoso que não funciona como uma tentação real para Kate.
O filme ainda conta com a participação de Kelsey Grammer, Christina Hendricks, Seth Meyers, Olivia Munn, Jane Curtin, Busy Philipps. Foi dirigido por Douglas McGrath e escrito por Aline Brosh McKenna.
Curiosidade: Filme baseado no best-seller da escocesa Allison Pearson
 


                                         

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Contágio

Contágio é um daqueles filmes apocalípticos com uma vertente realista, afinal doenças e mais doenças não são tão distantes da nossa realidade. A maneira como a história é apresentada é bastante interessante, levando os expectadores a pensar de onde surgiu a doença e como ela pode ser tratada. Apesar de o começo do filme ser um pouco lento e arrastado, ele vai evoluindo e se tornando mais envolvente.
A direção de arte e fotografia fez um ótimo trabalho mostrando as diferenças entre os lugares retratados na película e a evolução dos mesmos durante a história, e com certeza a sonoplastia não fica atrás. A trilha sonora arrasa e se encaixa muito bem. A atuação de alguns atores como Matt Damon e Jude Law também se destaca, apesar das tramas paralelas serem rasas. Vale ressaltar que Jude Law foi quase “sabotado” por um artifício físico (prótese dentária) desnecessário que só fazia desviar a atenção e nada mais.
O filme conta com um elenco de celebridades como Gwyneth Paltrow, Laurence Fishburne, Kate Winslate e outros. Foi dirigido por Steven Soderbergh e escrito por Scott Z. Burns. É um filme que faz pensar e até um pouco alarmista, mas acredite se quiser, você com certeza vai querer lavar as mãos mais vezes depois de assisti-lo.
Curiosidade: Dirigido pelo mesmo diretor de Onze homens e um segredo.



                                    

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Abduction - Sem Saída

Sem saída conta a história de Nathan (Taylor Lautner), um jovem que descobre que sua vida não passava de uma mentira após encontrar sua foto num site de pessoas desaparecidas. E de uma hora para outra perde sua identidade. É quase A Identidade Bourne para adolescentes.
Em termo de ação, só apresenta duas “maiores” sequências de lutas sem contar que algumas partes aparentam serem artificiais, mas conta com a presença de agentes da CIA, perseguições, explosões, vilões sérvios e romance. Falta mais algum cliché para filmes desse gênero?!
O filme ainda conta com participações de nome de peso como Sigourney Weaver e Alfred Molina. Mas é Maria Bello que realmente se destaca apesar da curta participação. Dirigido por John Singletono e escrito pela dupla Shawn Christensen e Jeffrey Nachmanoff. De qualquer forma se o intuito é ser entertido, o filme alcança esse objetivo.
Curiosidade: Já se pensava em sequência durante as filmagens do filme segundo Segleton.